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Campanha do Agasalho 2009

Friday, December 15, 2017

Annie Haslam - Carpet of the Sun





É sublime.

Ouçam, se assim o entenderem.

Feliz Natal.



António Pena Gil

Há um “Cheirinho” No “Ar” A Natal!



Faz frio. Paira no ar um cheirinho diferente e especial à aproximação do Natal.

As pessoas sorriem. Sim! Como nunca o fizeram na sua vida. Vivem com sentimentos e altruísmo com gente quaisquer que elas sejam. Mesmo as desconhecidas. Retribuem-se gestos. Retribuem-se afetos. Retribuem-se atitudes simpáticas e majestosas.

Exibem estar “carregadas” de sacos. Que não pesam porque é Natal. Tudo fazem para não pesarem.

No Universo delas sentem-se incomuns porque a data comemorativa terna e linda é incomum.

Abraçam os familiares com ternura sentida. Solidários com os outros que mais necessitam delas.

Apagam-se hostilidades. Faz-se tudo por esquecer o que vai de mal nelas. Fazem tudo por esquecer. Vive-se uma Efeméride do amor a quem não o tem. Por deslumbre e amizade que tudo suscita de beleza. Encanto. Ternura.

Sentem a quadra Natalícia com delícia. Com enternecimento. Com a pureza visível neles e nelas. Que marcam em si com alegria e felicidade.



Olham o Céu com deslumbre. As estrelas cintilam Lá no Alto com magia venerada e com um segredo que não revelam a ninguém. Pedido. Segredado. Só as estrelas o sentem em si.

Lindas que “moram”com encanto neles e nelas.



E, são tão maravilhosas como confidentes. Com majestade do seu estar doce. Que segreda compreensão. Agradecimento. Como sussurram o existir.

A Noite de Consoada do Natal é vivida por todos. Mesmo, aqueles que nada têm.

Repartem. Partilham. Dão. Recebem. Tudo num dia em que deviam ser todos ao longo do ano que algumas esquecem.

É comovente e sensibilizador a atenção deles e delas.

Há sempre nesta altura um tempo de paz.

Harmonia. Deleite. Tudo afaga tudo e todos

Há um “cheirinho” no “ar” a Natal!



António Pena Gil



Um Santo Natal, sim, amigos de sonho?

Thursday, December 14, 2017


Mais Uma “Noite Branca”!



São três horas e quarenta e três minutos da manhã. Vejo com agradável sensação as achas a arderem na lareira. Aconchego-me a elas num afago sincero.

Traz e comporta um “abraço” gostoso. Ampara. Suscita conforto.

Todos estão já entregues ao sono.

Hoje, fui visitar o meu extraordinário médico. Explicou-me minuciosamente o que era um “Derrame Pleural” de que sofria. Foi uma conversa interessante. Majestosa. Perfeita.

As “anestesias” podem viver em mim muito tempo. Até largarem o meu ser atento e perspicaz que desconheço.

Fez-me o desenho da membrana e dos pulmões. Referiu que a pleura movimenta-se com os pulmões na respiração.



O enorme contratempo é se evolui mais do que encontra. Por outro lado rodeando a pleura existem espaços que são um vácuo e vazio. Se o liquido se desenvolve e cai aí, o problema ainda se torna mais desanimador e mau.

Enquanto falava, eu ouvia-o atenta e interessadamente.

Falei-lhe que adorava ir visitar sozinho a Terra Santa. A Igreja do Sto. Sepulcro em Jerusalém.

Explicou-me com aquela calma “invejável”que o caracteriza sempre, dizendo-me que havia excursões religiosas para lá a um modesto preço. Para maior segurança dos excursionistas iria um guia connosco. Acompanhando-nos para todo o lado onde fossemos. A língua falada era o Inglês.

Retorqui-lhe que seria o mais importante sonho que possuía já de pequeno.

Ver o “Túmulo de Maria” e o “Túmulo de onde Cristo ascendeu aos céus”.

Bastava falar com o Pároco “responsável” pela minha freguesia e combinar e acertar datas. Combinar-se-ia também o preço que iria despender para uma pessoa que participaria na viagem. Eu!

Era mais fascinante do que pensava porque incluí-a uma passagem pela Terra Santa.

Fiquei entusiasmado. Fiquei maravilhado. Fiquei deslumbrado.

Esta passagem pelo Padre ficou suspensa porque eu só a poderia realizar depois dos Exames muito importantes que teria de efetuar no Hospital local e debelar o problema de saúde que se imiscuira em mim. Urgia resolvê-lo rápida e celermente.

Cada vez, penso mais que, se se quiser, tudo se concretiza, prontamente...

Quando saí da Igreja, depois de falar com a pessoa certa caí em mim de alegria e felicidade.

Ía concretizar o mais belo e fabuloso sonho da minha vida. Nâo deixei de pensar na perigosidade da viajem sobrevoando países em guerra.

Uma guerra que se tornou mais perigosa ultimamente com a cidade de Jerusalém, capital da Palestina ou de Israel. Em face, desta indecisão a guerra apoderou-se dos dois países.

Por vezes na entrada na Igreja fruto dos meus sonhos, formavam-se duas filas; uma para os Muçulmanos; outra para os Católicos. Mesmo bem separados na entrada vivia-se troca de agressividade e violência entre as duas religiões.

Expliquei o meu problema de saúde e, simpática e amabilidade o Pároco tudo faria para eu visitar aquelas Terras Sagradas da “historicidade” de Cristo.

Depois, da informação do Pároco da minha Paróquia deu-me forças para o que se passaria no Hospital feito de gentes maravilhosas. Majestosas e de excelência como me tratavam.

Iria resolver o problema em finais de Janeiro.

Falei com Deus que Me ajudasse a “triunfar” em todos os meus domínios que lhe havia contado, pois, vivia agora instantes deliciosos e perfeitos aos meus sonhos que se iriam concretizar, por fim.

Jà me imaginava a voar rumo à Terra Santa.

Jà me imaginei também a fazer os Exames no Hospital e eles me ajudassem e, eu, a saír vitorioso. Curado. E, pronto a viver e a sonhar.



Brevemente, se saberá.

Faço “figas” para que tudo se resolva da melhor das maneiras.

Estão tudo, amigos preciosos.

Até sempre.

Gosto muito de vós.



António Pena Gil



Feliz Natal, admiráveis e fabulosos amigos.

Estou feliz por o meu sublime e genial médico “tomar” tão bem conta de mim e do que sou.

Toda a minha gratidão para ele.

Dear Friends:

I Love cooffee.

It´s for you  with respect.

A wonderfull Christmas for you.

With pleasure.



António Pena Gil

Wednesday, December 13, 2017


Meu bem:



A tua beleza e pureza confundem-me. És tão doce. Maravilhosa. Encantadora quando te chamo baixinho ao teu coração majestoso em busca de conforto. És linda, sabias?



Como te adoro. Como busco o teu ser perfeito e de fascínio. De causar um notável e enternecedor formato do teu ser belo .Em que necessito de sentir-me.  De ser.

O meu coração sussurra-me, baixinho, um agradecimento grandioso e gigantesco.

Que seria eu sem a tua ternura que faz deliciar? Agradar.  Sensibilizar.

Quando o meu coração apela à tua presença, vens sempre. Posicionas-te lado a lado comigo. Vens maravilhar-me e deslumbrar-me com o teu carinho de um sentimento ímpar.



De deslumbre imenso que não consigo uma resposta afectiva por constituíres um amor grandioso. Fabuloso e admirável.

Como te adoro. Sim! Sem dúvidas ou hesitações.

Um Beijo. Uma imensidão deles.

Obrigado.

Ficas sempre comigo no meu coração que é teu.

Meu bem, Amo-te.

E, amarei sempre.


António Pena Gil

Falo Com O Universo Majestoso!



O Céu é tão lindo. Maravilhoso. Falo com ele. Na sua vastidão de sonhar e encantar.

Estão lá as estrelas sublimes de enternecer. De deleite e beleza na sua perfeição imaginada e sensível ao olhar.

Penso no Natal. Na família. Na magia que irradia com ternura e carinho óbvios e mágicos que perceciono.

A sensação de muito tempo a olhá-lo.

Acredito fielmente nos meus sonhos de viver e de sentir.

O Firmamento é de delícia. Fantástico e fabuloso.

Suscita pureza e notabilidade nos meus sonhos esplendorosos. Sim! Falta imenso. “conquistá-lo.”

Dedicar-lhe um respeito e ternura nele visíveis. Que merece toda a minha atenção. Dedicação. Pasmo. Entrincheirado em mim e no que faço de maravilhar. De me dedicar a ele. De perceção exata de que vivo ainda.

Parece tudo tão majestoso de deslumbre. Não! Não hesito olhá-lo.

É uma emoção ímpar quando direciono o meu olhar para ele.

Para o seu recanto extraordinário no meu Ser. Só de levantar e elevar o pensamento e ele está lá. Protegendo-me. Proteger tudo o que é terno e belo.

Não com ansiedade. Sim! Em breve será “adornado” de sentimentos bons e sinceros. E, eu creio nele com intensidade e profundamente.

 Adoro e estimo imensamente o Universo. Com sonhos demorados. Com aquela verdade e autenticidade de mim.

É Natal. É um tempo de respeitar os que já “partiram” com intensidade e amplitude de beldade do mundo.

Creio que me “acenam” lá de cima. Com “impacto” em mim de adoração. De uma sensação visível de perceber as minhas incógnitas.

O amor estará sempre “alojado” no que sou. E, eu, permito.

São os exemplos de virtude e fascínio a darem “à luz”. Provenientes da ternura como as princesinhas de bem o fazem.

Um extraordinário e maravilhoso Natal para vós todos.

Falo e falarei sempre com o Universo Majestoso!

Tento entendê-lo. Tento compreendê-lo.

Hoje, sonhei demoradamente com esse Céu. Doce. Puro. Admirável.

É Natal.



Está bem, assim?



António Pena Gil



Tenham um bom natal, amigos de sonho, sim?

Gosto imenso de vós.

Tuesday, December 12, 2017


Conversando Com A Minha Casa! Com O Meu “Refúgio” Oculto!



Olho a minha casa com ternura. No seu balcão que me dá vida e distinção. Separando as várias dependências há imensas portas. As portas abrem e fecham como que justificando a sua existência.

As portas deveriam não existir. Provocam uma sensação de divisão na família que me desgosta profundamente. Estão dispostas na sua majestade de quem as abram e as fechem.

Habito num “hangar” misterioso e desconhecido no seu subsolo. É um refúgio. É onde fico de bem com as pessoas que o preenchem. Pessoas repletas de boas intenções. Só acredito” nelas. São exclusivas minhas e escondem os seus segredos irreveláveis. Por serem intransmissíveis. Morrerão comigo. Quando as contam.

Há paz. Há harmonia. Há beleza.

Fui eu que lhe dei vida. Hoje, sinto-o presente. Visível de enternecer. Sim! Quando há proteção quando escrevo. Entrincheiram-se em tudo o que sou. Em tudo o que enceto fazer.

Tudo é secreto ali. As estantes estão repletas de livros de nada. Fazem-me companhia. Possuem o Don de fascinar e maravilhar.

Estou ali ausente de tudo e de todos.

O meu refúgio abarca-me e sente-me. Comunica, sofregamente e ansiosamente entre si.

Falam-me e eu escuto atentamente. Expressam o que vai nele. O deleite e a felicidade de estar vivo. Os meus sonhos de pureza e fabulosos são para vós. Para a vossa importância que transmite paz e amizade.

O meu refúgio é meu. É de Deus. É uma “conquista” inesquecível. Um lugar repleto de sonhos e histórias vividas e por viver.

Quando desço as inúmeras portas secretas sinto que alguém está a vigiar o meu Ser. O meu sentir que pensa. Que transforma a delícia do mundo.

A magistral ignorância protegida do que sou.

Posso sorrir. Permitem-me existir com verdade e magia do que executo com paixão. Amor. Carinho.

No subsolo da minha casa sinto-me livre. Posso pensar. Posso “adornar” o meu eu com fantasia e delírios constantes. Ninguém escuta. Ninguém liga nada ao que faço com o meu coração visível e otimista. Estou bem.

Posso “folhear” as páginas do Universo em absoluto silêncio e pacatez.

Possui “cifras”. É composto de códigos para ter acesso a ele. Que só eu sei. Que sou eu deslumbro.

Entrar nele é algo mais de simbologia agradável e de gratidão. Nunca o esquecerei. Diz-me tanto e tanto.

É composto de atitudes sensatas e sóbrias. A lucidez não me “fugiu”. Nunca me abandonou. Nunca abandonou o meu estar nos confins do encanto e sobrevivência de fascínio e maravilha.

Falo com ele e ele fala comigo. Somos inseparáveis há muito. “Guerreiros” da imensidão e vastidão da privacidade e segurança nos gestos lindos que penso e que concebo para vós.

Daqui vislumbro o Planeta fundindo-se no Firmamento das minhas estórias que conto.

Por pensar muito. Por sentir na plenitude que me suscita apreço e que tento expressar com responsabilidade e amizade.

Aqui não existem portas. É um alçapão de luz formosa que incendeia o meu ser.

Posso ver o céu. As estrelas. Os planetas. As galáxias que me preenchem.

É meu. Muito meu.

Converso com a minha casa! Com o meu “refúgio” oculto! Com um inequívoco amor e deslumbre que me deixa ser como sou. Pensar como penso. Ser como sou. Estar como estou.

É divinal.



Está bem, assim?



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos extraordinários?

Monday, December 11, 2017


Esta Revolta da Natureza Terá A Ver Com As Previsões Apuradas nos Ficheiros Secretos da NASA Sobre O Fim Do Mundo Que Pesquisei?



Tive que estudar. Tive que apurar o possível sobre os documentos secretos da NASA.

São “Ficheiros” intrigantes que dão uma visão precisa sobre o Fim do Mundo.

A existência de seres “escondidos” de alienígenas. Que surgem. Que aparecem nos Céus de deslumbre. Que são amigos profundos dos pilotos dos aviões. Que estabelecem amizades estranhas e surgem também quando há erupções de lava dos vulcões derramados na costra terrestre.



Trata-se de uma revolta da imensa vastidão da natureza. Tudo destrói quando surge. À sua passagem ficam apenas indícios de lugares que, outrora foram habitados. O que resta é pura e simplesmente a destruição percetiva.

Deixam um caos visível e preocupante.

Quando os seres alienígenas e as suas magistrais e rápidas naves espaciais “planam” sobre a lava de um vulcão em erupção os peixes caem desamparados nas águas mais próximas e morrem. Também os pássaros, interrompem-lhes o voo e caem sem vida.

A “raiva” da Natureza a que andamos a assistir transforma os vendavais, a que costumamos sentir, em ciclones fortíssimos, violentos e perigosos que nos fazem pensar.

Se repararem a Natureza está descontrolada.

Tanto faz ondas de calor muito intensas e quentes, como um frio grandioso que nos faz tremer imenso. “Despimos” roupa, como “vestimos” roupa.

São meras hipóteses que nos fazem questionar o que está a suceder connosco? Com o Planeta. Com a nossa vida. Com a força incrível da Natureza.

Pesquisei, o possível, sobre os Segredos Secretos da NASA que nos dá uma ideia do fim do Mundo.

Creio, que vão de encontro ao que está a acontecer.

São meras circunstâncias de coincidências apuradas?

São “episódios” de autênticos ciclones que tememos?

Serão intervenções importantes de alienígenas que nos querem dizer algo?

Enfim, entendam como quiserem?

Apenas, me questiono sobre tudo isto.

E, isto é pertinente. De nos fazer parar e parar para pensar.

Talvez, se lerem os Documentos Secretos da NASA vos posam ajudar.

Não creio que as “coisas” surjam do “nada”.

Será que esta revolta da Natureza terá a ver com as previsões apuradas nos Ficheiros Secretos da NASA sobre o Fim Do Mundo que pesquisei?

Pensem um pouco, sim, valiosos amigos notáveis?



António Pena Gil

Saturday, December 09, 2017


Revejo-me, revivo e falo dela. Sim! Da minha infância…!



Não sei, mas nunca me despeguei da minha infância.

Revejo-me, revivo e falo constantemente dela.



Sei que nunca brinquei, como uma criança. Com os seus imensos jogos, as suas brincadeiras, as suas travessuras e as suas ilusões ternas e doces. Sempre fui demasiado sério, demasiado adulto, demasiado tímido. As crianças não! Não “são” isto que eu fui. Podem ser introvertidas, justas, sérias, também cruéis, mas brincam jogos infinitos. De infância.

                                  António Pena Gil

É Domingo!







É Domingo. Um dia pertencente à família. É um dia diferente dos outros dias da semana. Muitos, aproveitam para “falar” com Ele.



Contam-Lhe os seus problemas quotidianos mais sensíveis das suas vidas. Outros celebram este majestoso dia permanecendo em casa entregues ao descanso pessoal na Sua imensa paz e harmonia.



Convivem com os “seus” imbuídos na necessária e na sua pacatez de bem-estar. Da sua harmonia.



O meu periclitante pensamento e sentimento “voam” para outras paragens. Outros lugares distantes, mas repletos de “vida”. Gosto de criar “coisas” assim em mim.



“Coisas” inabordáveis, mas que coabitam com o meu Ser.



Penso também na família. Nos seus problemas. Na sua ânsia de existir. Na sua postura que poderá ser melhor, abarcando o Planeta imenso. Nas afetos “cheios” de sonhos por concretizar, mas que insistem em pensar  neles.



Cristo fez o que fez. A família crê Nele fervorosa e divinalmente. Crê nas pessoas frágeis e apelativas À sua grandeza inesquecível.



De postura terna e grandiosa.



E, pronto.



É um dia crente na Sua imensa Bondade entregue a todos nós.



Ciente das nossas posturas boas ou más, Ele está presente em nós e na nossa existência confusa e sem saber o que fazer mais?



Outras pessoas terão outra visão deste dia. Dos seus pensamentos concebidos em relação a este dia.



Aceito e concordo. Podem estar certos.



Desejo-vos um feliz e alegre Domingo.



Muita felicidade para os meus amigos maravilhosos que vocês são.



Sejam felizes, sim, preciosos amigos?







António Pena Gil



Sejam Felizes, sim, amigos preciosos?

“Roubaram-me” O Meu Pensamento de Há muito!

O Meu Precioso Pensamento Vagabundo.



“Levaram-me” com eles o meu pensamento. A sua delicia de ser. Dissiparam-me as ideias. “Fugiram-me” com as emoções. Nada mais me resta.

Os gestos. As atitudes já não “moram” comigo e com a pureza de mim.

Porque existem pessoas assim? Deixaram-me somente entregue a mim próprio. Ao vácuo e ao vazio que sinto.

Nunca fui uma pessoa credível. Aceite. Tudo fizeram ao meu eu para me “despedirem” de como Ajo. De como sou. De como sou e existo.

Mesmo, as pessoas por que sentia algo de precioso abandonaram-me com subtileza e magia esmiuçada de desalento e de amizade repletas de hipocrisia e de forma desmedida imparável de malvadez.

Sofro. O que vai em mim foi com a brisa do tempo imparável que sopra com força presente e sem alternativas de encanto e carinho inexistentes agora. Fiquei desprovido de tudo. De quem era amigo fiel e sem contratempos ou desvarios insensatos e muito sóbrios. Da minha humilde forma como “abraço” a vida.

Não estou nesta Planeta ao acaso. A dor é intensa e plena. Os meus sentimentos de delírios são inconsequentes e continuam a viver. A “coabitar” em mim. Com sofrimento. Com enfermidade. Com a ternura que me “dispara” a sensatez. A lucidez apurada como vivia de “anestesias” intemporais e nada precisas.

Os momentos e instantes que o “vento” que sopra com intensidade e verdade que nunca esquecerei. Conduzir-me-à rumo a uma perceção capaz e a uma sensibilidade de esquecimento e desvario meus. Tenho - me comprometido com a existência que tento encetar para cumprir. Sem desfaçatez ou desequilíbrios que surgem.

Não! Não perdi a razão do mundo.

Apenas, comporta sofrimento. Falta de identidade. Um desconhecido de mim. Não vejo ou auguro uma cura ou doença desconhecida ou inexistente. Com ou sem “anestesias” do mundo.

Apenas sei. Sei que o “sufoco” em que existo irá dissipar-se em breve. Sei que nunca será como antes, mas não fui eu o culpado. Foi o existir de franqueza e verdade. A “guerrilha” de persistência minha. Só minha.

“Roubaram-me” o Pensamento há muito!

O meu precioso pensamento vagabundo.

Até breve.



António Pena Gil

Friday, December 08, 2017

Maravilhosos Amigos:
Numa data do calendário importante e terna como é o Natal passam-se coisas incríveis de acontecerem.
A Windows de Vila Real fornece a pass-word a quem a quiser do meu e-mail. Tenho provas irrefutáveis que são vergonhosas.
O meu telemóvel, não sei como, alteram e descobrem nele a minha pass-word usando-o ilicitamente não sei como, gastando o meu dinheiro indevidamente. “Assaltam” assim o meu e-mail e sabem-no.
O e-mail da minha cara-metade também é usado para tomarem conhecimento da minha pass-word do meu e-mail que devia ser privado e só eu o próprio a sabê-lo.
No mundo que corre fico pasmado. Indignado. Revoltado.
Chego a mudar a minha pass-word três ou quatro vezes por dia.
Estou furioso. Enervado. Revoltado.
Onde mora a segurança do que dizemos que devíamos ser só nós a sabê-la?
Apetece-me dizer que tenham vergonha na cara e prestigiem a vossa profissão. A vossa Cidadania e civismo de que se deviam envergonhar.
Nâo há Cidadania nos vossos actos ou atitudes.
Será que posso descansar? Quando? Como?
Assim, não. Nunca terei privacidade e respeito se os criadores da INTERNET não tomarem uma posição drástica e uma punição exemplar desses senhores que dizem ser senhores?
Acreditando que podemos ser os construtores justos, responsáveis e sérios nas atitudes e gestos de angústia e desencanto, apelo que transmitam aos Tribunais competentes o que se passa.
Isto não pode continuar assim?
Com respeito elevado e estima forte a todos vós.
Gosto muito de vós. Só que, às vezes, nem posso dizer, franca e repleto de sinceridade e seriedade.Exijo uma indemnização.

Triste.


António Pena Gil