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Campanha do Agasalho 2009

Saturday, April 29, 2017

A Vida!

Penso que sou uma “marioneta” no Palco Social da vida. Da minha vida.

Estou. Sinto. Respiro. Sou.

A minha vida de professor dá-me tudo o que uma vez desejei. Dou “berros”. “Indigno-me”. Penso num dia mais feliz cada vez que me sobressalto com o que faço por vezes indevido ou proibido.
Tenho a noção que estou “acabado”. Fui Pai. Fui Educador. Fui Pedagogo. Fui ou tentei ser Psicólogo sem o conseguir, se calhar. Mas, tentei. Vou e irei sempre à luta por eles e pelo sonho deles.
Por vezes, fazem de mim um “Palhaço” indesejado. Não posso mais. Os neurónios caíram-me no chão da minha vida desgastada. Apanhei-os e pu-los onde deviam estar, sem o conseguir.
Apelo-vos que o amigo sincero que fui está exausto. Prestes a cair sem que ninguém saiba.
Podem rir. Sorrir. Humilhar ou maltratar. Sei o que fiz por crianças ternas e de sonho.
Chegou a hora. Vou-me retirar.
POR FAVOR, não esqueçam a “marioneta”, nem o “Palhaço” em que me tornei por amor à vida. Sou sério. Vivo dessa seriedade. Desse Civismo. Dessa Cidadania plena.
Beijos e abraços, amigos de sempre.
Se me virem digam alguma coisa.
“Arrasto-me” em direcção da vida. É fácil.
Sejam Felizes. Muito Felizes, sim?
Estimado Diário:

Como tu me poderias ajudar?
Adoro um “Abracinho” carregado de afeto e ternura. Quem não gosta, estimados amigos?
Vivo num Planeta confuso. Incompreensível. A sociedade “veste-se” de desencanto. Ausência. Degastada. Angustiante.

O Senhor Gonçalves continua “entrincheirado” em si e falando negativamente de toda a gente. Também estou incluído neste rol de receio.

Pavor. Medo de viver.

O Senhor Gonçalves quando fala é para “destruir”. Diz, constantemente, que não sei nada de nada. Não presto. Não aprendo com ele.

Acrescenta que ele é que devia ser Professor. Que apesar de ninguém ouvir as minhas palavras. Gosto dele. Gosto de mim, sou feliz. A minha sensação de viver faz-me alegre e feliz. O Senhor Gonçalves não devia dizer o que diz. Dizer algo de quem lhe deu a mão em tempos nada bons e sofredores.
E, ele não se lembra. Ele que devia agradecer. Nada de nada, como eu, nas suas palavras.

Já nada me importa. Nada fez sentido. Nada me “abraça” com carinho e ternura.
Se calhar tem razão. Quem está para me ouvir? Sou “Lamechas” e, isso, preocupa todos.
Todos, sim?
Enfim, meu Deus…
Até sempre, lindo Diário. Até amanhã.

António Pena Gil 


Amável e Simpático Diário:

Hoje, vou-te falar de pessoas. São majestosos e preciosos. Entrincheiram-se em si e vivem fazendo o bem.
Sabes, Diário: Deve-lhes tanto e tanto. Todas elas possuem o feitiço da ternura e da beleza. De uma postura maravilhosa e de sonho. Todas elas, sem exceção. Deslumbram na sua imensa pureza.
Vão construindo, passo a passo a encantadora magia de alegres e em bem-estar conquistar-me. Na adversidade. Nos contratempos. Penso que elas vão “construindo” o meu Ser. De forma brilhante, fabulosa e fantástica. Como as adoro, Diário majestoso que me acompanha por caminhos impensáveis e de maravilhar.
São boas pessoas e vivem como anjos-da-guarda extraordinários de pasmar. Auxiliam-me. Ajudam-me. São ímpares no Planeta. Que gosto e reconhecido por elas e por eles.
Se o Mundo vive-se de sonhos todos tentavam realizá-los de pronto. De mediato.
Aliás, são incomparáveis metidos na magia do seu lindo estar.
Por hoje chega, deslumbrante e misterioso Diário. Tens-me pegado na mão e elevado o meu estatuto controverso e difícil de não ser nada de nada.
Obrigado reconhecido.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 
Adorável Diário:
Hoje não podia passar sem te explicar porque te abordo.
Olha, tens o poder sigiloso de me afagar e fazer-me sentir. De me amparares e protegeres.
E, eu falo-te porque vives. Ainda não deixei nunca de pensar em ti. Na prontidão esclarecedora do que sou. Do que estou.
Sim! Sei que não suportas certas coisas. Mas, comportam um afeto e ternura imensos. Majestosos
É, por isso, que te admiro, fantástico e adorável Diário. Afugentas tudo o que anseias por eliminar por não entenderes. Assemelhas-te a mim. Também não entendo.
A vida flutua na tua grandeza de fascínio. Ainda não entendi como me suportas?
Como suportas o meu ser sempre pronto a ser um nada. A sentir um vazio.
Sim! Em mim. Porque razão não sou como todos os outros são? Sinto-me, apenas e somente.
Adorável Diário nunca podia prescindir de ti. Da tua beleza. Da tua pureza. Do teu encanto. Da beleza. Da pureza. Do encanto.
Fico-te agradecido por saber que me ouves. Para mim é tudo.
Obrigado por estares aqui. Se não estivesses aqui sentir-me-ia só. Sozinho que não posso estar. Assim, tenho-te e falo-te. É mais que bom, sabes? É excelente.
A tua companhia é-me preciosa.
Obrigado, adorável Diário. Até amanhã.
Penso muito em ti.
Não! Não te esquecerei nunca.
Diário de um Cidadão.

António Pena Gil .

A Humanidade gerou afectos que pretendo entender!

Vivo apressado. Com ânsia de ser eu.
Corro atrás da vida com determinação e querer.
As pessoas conhecem esta atitude que envolve pessoas. Pessoas doces. Majestosas. Que me afagam com delícia arrojada. Sem motivos sugeridos do Planeta. No seu magistral ser. Estar e Sentir.
Corro em mim quando me encontro com a vida. Comigo. Com todos. Com o Universo pessoal de todos. Que é lindo. Puro. Sensível.
Podiam parar um pouco o tempo. Para eu crescer ao ritmo da minha existência. Para eu pensar. Ganhar a “luta” vazia. Sem “apetrechos” decisivos.
Nada tenho nada a apontar ao meu eu.
Sugiro que lêem o meu precioso Livro da existência. Possuo-o, com carinho e ternura mesmo ao meu lado. Tira apontamentos preciosos para eu ser. Abre-me o caminho do sentir. Um sentir precioso e majestoso a pensar em vós todos.
Corro, rápida e velozmente atrás do entendimento do mundo. Fulcral. Escrito em mim e no que posso dar-vos.
Oh, meu Deus. Tanta coisa diria num sussurro amigo. Cúmplice da minha vadiagem pelo ser para as preciosas pessoas. Sim! Quando sonho. E, sonho muito. Bem desperto ou a descansar. Continuo o “Protocolo” da vida com angústia e medo imensos. Impensáveis. Por serem lindos. Maravilhosos. Extraordinários.
Como vivo desesperadamente com velocidade quase “atómica” que não posso interromper. É doce. Lindo. Com ternura intemporal. As horas nunca surgem ao acaso. Vivo-as. Sinto-as. Nas dúvidas que pretendo ultrapassar. Adoro-as. Vivem em mim e no que sou.
Penso-as. Penso-as amigas. Companheiras do meu existir. Necessito de afirmação lúcida. e Capaz. Confiante. Se não, não estaria mente aqui. Não esqueçam da minha pressa. Do correr. Da rapidez do que a minha razoabilidade conseguida. Presente. Amiga.
Nunca poderei parar um pouco. Só um pouco. Nunca “voei” pelo vosso firmamento tão rapidamente.
Se o ponteiro das horas parasse, poderia explicar melhor. Encontrar-se-ia comigo.
Deixaria o receio de imediato. O pavor e medo de ser.
Sejam felizes, sim?


António Pena Gil 

O Sofrimento Humano
Cada vez mais quando abrimos a televisão vemos e assistimos a violentas atitudes e gestos de atrocidades contra o ser humano.  Gestos brutais e intensos que os alunos imitam. Vivemos numa Democracia, mas cada vez mais temos medo e pavor em não concordar com estas emissões que só geram desgraça e medo.
A Liberdade pessoal de cada um de nós revolta-se. Indigna-se. Sussurra baixinho a sua revolta. Como se segreda-se aos governos poderosos que nos ajudem. A Democracia devia ser soltarmo-nos de nós próprios e falarmos o que nos vai cá dentro.
São as crianças as mais afetadas e vítinas de maus tratos, agressões por energúmonos saídos de si e fazendo e praticando autênticas e verídicas mortandades indevidas. Assistem a tudo. Pacatos. Senhores das suas vidas. Seguindo o curso normal social e humano que os abarca, sem concordarem com tanta injusta e falta de liberdade oprimida pela Democracia aberta dos dias de hoje.
Porquê? Meu Deus.
Há só uma Divindade nos céus do muindo. Da vida. Da existência de todos nós.
Porquê?
Exibem cabeças humanas junto de criaanças que as vai marcar para sempre gerando conflitos interiores e exteriores de deseducar e fazer, rapidamente, algo. É urgente fazê-lo.
São os países anti-Democracia que os fazem sem humanismo ou solidaridade do direito de sermos nós.
Indigo-me com tudo “isto”. Parece-me que o que querem é o protoganismo da Cadeira de Ouro da Liderança a todo o custo. Sem olhar a meios. Sem olhar ao sofrimento dum Universo. É fulcral terminar com o sofrimento humano, pessoal e social. É urgente falar. É urgente acabar por completo as guerras e apoiar os mais sós. Desamparados. Revoltados.
Se o mundo todo vive-se em Paz. Bem-Estar. Seguros de si. Dar-nos um pouco de nós. A Democracia está a ser “pisada” com força brutal e animalesca. Quantos já “partiram” por serem mortos por motivos da ganância e falta de valores e princíos de boa convivência cívica e de respeito entre todos nós.
As pessoas geram afectos. Mas, estes afectos estão a ser corroídos pela falta de Liberdade. Liberdade de ser. De sentir. De estar.
Apaguem a televisão. É imprescindível. O querer seria encantador. Doce e perfeito.
Nâo pactuem com o mal. Não esqueçam a iniquidade. Não vejam que o mundo só é mundo na paz e na concórdia entre todos nós.
Acabem com as guerras. Acabem com a malvadez. Hipócrisia. Egoísmo. Violência. Maustratos. Falta de liberdade para falar livre.
Em Democracia vive-se em Paz. A Humanidade nem ajuda, nem parece que vive em democracia plena.

António Pena Gil 
Mas, Afinal o que faço aqui!
Penso ou julgo pensar pessoas.
Não! Não quero prestígio. Não desejo fama. Não me importa se sou bom ou mau!
Apenas quro viver. Pensar no Mundo. Pensar nas injustiças da vida. Sofro imenso com a minha “anestesia” médica. Apenas e só gosto de viver. Viver com as pesoas. Sem maldade. Sem magoar. Sem ferir essas pessoas que me dizem muito.
Porque venho cá?
Sei lá. Gosto de Deus. Do Cosmo direitinho. Do Universo das gentes vivendo felizes. Alegres. Bem-dispostos. Sem “atropelos” ou sem adversidades de qualquer espécie. Preocupo-me, sabem?
Adoro a minha linda e maravilhosa cara-metade. Posso? Amo os meus adoráveis filhos. Permitem?
Creio que Ele me dá força. Querer. Arrojo. Valentia.
Mas, que faço aqui?
Sucesso? Não! Está fora de questão.
Amor? Uma só amizade sincera. Um abracinho forte. Como? Sim! Virtual, mas sincero. Sério. Que me deixe extravasar de alegria. Bem-Estar.
Não sei se me enquadro bem com a vida que tenho?
Penso demasiado nas “coisas”. Nos seres. Na beleza e pureza de um estar. Significativo. Que escreve na primeira pessoa do singular, sempre. Aproxima-me mais no que transmito com um coração repleto de existir. Que ninguém conhece. Mas, que sai bem de dentro do meu sentir.
Mas, afinal que faço aqui?
Difundo seriedade. Sinceridade. Tento ser feliz.
Não quero mais nada. Nada de nada.
Termino com franqueza e gratidão a todos: Sejam muito felizes, sim?
António Pena Gil


Friday, April 28, 2017

Vivostantemente inquieto. 

Por vezes desinquieto-me, porque amo também, ou faço por viver uma existência sóbria de desinquietação. Amo as pessoas e as coisas quando me amam também e me dão algum crédito. Adoro o silêncio dos momentos em que penso ou faço por pensar. Sou real. Essa realidade é um sonho constante de emoções. 


Quero que acreditem nos meus sonhos e sentimentos porque nutro por eles imenso respeito e conforto, mesmo interiores que eles sejam. Sem eles não seria nada! Enfim! Eu sou! 



Os Meus Livros preferidos são: 1. "O Código D´Vinci" - Dan Brown 2. "A Fórmula de Deus" - José Rodrigues Dos Santos 3. "Codex 632" - José Rodrigues Dos Santos 4. "Eldest" - Cristopher Paolini 5. "A morte desceu à praia" - José Lopes Alves

Perfil de António Pena Gil  con
Possuo imensos sonhos. Sonhos esplendorosos. Doces. Ternos. Habitam o meu Ser. Não! São autênticos. Fazem-me “voar” no existir. No estar. Ser quem sou. Concreto, mas irreal. Ser afectuoso que assumidamente me declaro a mim e à minha vida. Povoa um Universo inteiro e majestoso. Abarca a veracidade e autenticidade pura de gentes francas, sinceras e de fascínio. Sim! Todos e todas. Os que me fazem existir bem de perto deles. Na sua pureza existencial. Serena. Pacata. Tranquila: Os “meus!”

Tenho sonhos. São sonhos exigentes porque exigem. Catapultam-me de ternura na minha essência que me esforço que seja sensata. Que seja sóbria. Lúcida.

Adorava “voar” ao encontro da vida. “Voar” para um real recanto irreal e ignorado, mas majestoso e repleto de bem-estar e tranquilidade. “Os meus”, “arrastá-los-ia ”comigo , se tal fosse necessário. Seria “navegar” no “voo” do jogo da sorte para muito longe, mas com a sua presença. 

Com a vigilância apurada da identidade das estrelas sorridentes e da Galáxia em que nós somos nós quando as olhamos na sua imponência lá no Alto, Propriedades Dele e da Sua protecção. São os Seus domínios que devemos respeitar.


Esses domínios são doces São lindos. São fiéis. Pode-se confiar neles. Vivem na imensa fidelidade e encanto. Está com os Anjos deslumbrantes, somente.

António Pena Gil

Wednesday, April 26, 2017


Um Mundo de imensa Incompreesão.
As pessoas. A vida. Não consigo explicar ou entender. Abate-se sobre mim uma nostagia real com ímpeto e fogosidade. Não. Não posso que a existência seja sacrificada. Porque razão? Sei lá. Sei que há seres vivos que nunca o permitiríam. Não sei se gostam de mim e do que sou.
Também, não “intrujo” ninguém. Com os meus pensamentos. Com os meus sentimentos. São o que são. Valem o que valem.
Troquei o meu embaraço. Troquei a minha Alma para entender o Planeta em que habito. Terei de falar das marcantes notícias televisivas. Não “descolam” da determinação e arrojo do meu estar e sentir. Estão em mim. Estão em vós. Vivem em tudo o que enceto fazer. As notícias deixam as notícias fluirem pela vida. Comentam tudo e, quando o fazem; é repleto de cola que não se mexe. Isistem e insistem. Incomodam. Tudo o que as crianças fazem é imitirem. Isso, é mau. É catastrófico.

É, urgente, transmitirem a beleza e pureza de estar vivo. Respirar com liberdade. Amar a vida. Programar o que nunca foi programado. Para bem vosso e delas.
Não concordo que me batam nas costas. Por concordar  com eles.
Não posso com hipocrisias. Baterem-me nas costas com violência para marcar bem o meu espaço aqui. Que me monstrem onde devo estar. Onde posso ficar “furioso” sem ninguém dar conta.
Choro. Choro muito. Ando todo o dia com as lágrimas a cairem. Não o posso parar, o choro. As forças foram-se com o Mundo. Sim! As forças dos sentimentos a esconder. Os pensamentos omissos, por serem valiosos. Pessoais. Íntimos. Meus.
Não! Assim, nunca pactuarei com o eterno “Palco da Vida” onde mora quem me quer bem. Algum bem.

Basta. Quero ser eu, na plenitude do meu existir. Nunca mais me porei na “pele” das pessoas. Na bravura do que são. Possuem um carácter forte. Estão vivos. Estão sempre presentes. Nunca esqueceram as suas condutas sóbrias e lucidas de pasmar e agradecer. Esses sim! São essenciais ao mundo que escolhi viver.
Por hoje, chega.
Sou o que sou.
Valho o que valho.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 

Monday, April 24, 2017

Amável e Precioso Diário:
Não! Não vou falar do Senhor Gonçalves. Sossega.
Vou-te falar sobre a data festiva que vivemos: A Páscoa!
Sim! A menina dos adoçantes não tem nada a ver com o que fazemos na Páscoa em família.
Ficamos todos muito juntos, unidos pelo espírito e Alma, na mesa da nossa sala de jantar.
Não estávamos todos. “Isto” fez-me ficar triste, sabes?
Sabes, estes Eventos Familiares já não me dizem nada. Nada, mesmo.
Pensei e vi como era fenomenal e admirável o nosso Presidente da República. “Fugiu” à segurança e foi comer com os Sem-Abrigo.
Foi um gesto lindo dele. Observei-o muito bem e vi que dava abracinhos a todos eles que sorriam com delícia e encanto pela ternura e carinho que faz o que ele é.
E, é, imenso. Tem o coração no lugar próprio. Exclusivo dele.
Confesso que me maravilhou. Fascinou e enterneceu.
Sabes, lindo Diário, nunca vi tal em nenhum político, acredita? Estamos bem entregues a ele.
É justo. É carinhoso. É enternecedor. Vale a pena apostar nele e no seu deslumbre anjelical de Ser Humano de excelência que é.
Notável Diário, que fará mover este “Homem” de bem em volta do complexo e triste “Mundo Existencial” dos mais necessitados ou “expulsos” da vida normal? Que se considera normal?
Este Senhor é sublime no seu maravilhopso humanismo e solidariedade. Gostei muito.
Diário, por hoje chega.
As pessoas estão cansadas, sabes? Até amanhã. Que tudo corra como hoje. Também tivemos a nossa Comemoração da Páscoa.
Correu tudo tão bem, não achas?
Boa Noite, precioso Diário.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Saturday, April 22, 2017


Sou um humilde Humanista:
Quando me olho, humidemente, sinto o mundo na minha cabeça desfeita. O pensamento e o sentimento estão bem presentes em mim. Sim! No que sinto e sou. As ideias e o raciocínio entrincheiram-se no que sou. São simples. Não desejam a fama. O sucesso. A felicidade que “mora” sempre em mim. Se me dessem algum valor, pequeno que fosse, já mo haviam dito. Para mim, tudo está enraízado no meu estar e no meu ser.
Não! Não vale a pena fazer mais. A minha interioridade plena de metáforas e plena de dizer bem das pessoas não transforma o que sou digno do conhecimento.
A sua simpatia esvaí-se num existir nulo cansado. Exausto. De aaplaudir. De venerar. De se mitificar.
Não! Desejo apenas existir. Dia a dia. Respirar o planeta. O viver.
Passou mais um dia.
Um dia que irá ser igualzinho aos outros. Só ambicionava concretizar três sonhos com que sempre sonhei.
Depois, mais nada me interessa. O relógio da vida não se compade-se com o ser. O meu Ser. Em que fui sempre igual a mim próprio. Estou farto. Estou desmotivado. Claro, que penso em Deus e no Seu poder. Vou ser forte. Hoje, não Lhe vou pedir nada. Nada de nada.
Obrigado, amigos. Por tudo de encanto, ternura e carinho como me se dirigem e constroem a minha vida. A minha solidariedade de verdade. De autenticidade.
Aposto. Apenas aposto no bem. Na grandeza das pessoas. Das gentes inúmeras que estão em mim. No que sou, sem sobretefúgios.
Que estou a fazer?
Acreditem, que nem eu sei.
Anulem-me, se assim o desejarem, está bem?
Sou apenas um humilde Humanista.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil 

Friday, April 21, 2017

O Mundo não anda bem.
Sabes, admirável amigo Diário, algo me está a fugir, mas ainda respiro.
Vivo a vida. Amo o Planeta inteiro.
Sabes, para mim, o mundo não anda bem. Não! O Senhor Gonçalves é estranho, mas não faz mal a uma mosca. É apenas assim.
Talvez, tenha falta de amor e faz birras para despertar a atenção. Nada mais.
A menina dos adoçantes apenas vive o emprego, pois, falta-lhe poder económico para viver. Jamais lhe complicaria a sua vida. É como é.
O mal está no tormento das opolências e poder fazer mal às pessoas. São pais. São filhos. São homens, mulheres e crianças que matam sem contemplações.
Que culpa têm perante um radicalismo estar indevidamente, na vida horrível de pessoas insensatas e malintencionados que só vêm a morte nas suas atitudes e atos condenáveis e injustos?
Isto devia não haver. Isto não devia acontecer. Isto não é existir em segurança. Isto é de temer.
Isto não deve, claramente, suceder. A vida é tão preciosa. Respirar felicidade e alegria por estarmos vivos. De bem com o mundo. Com o Planeta inteiro.
Porque sucede isto? Sim! Lindo Diário. Apenas vêm na vida a morte.
E, isto é arrepiante. De temer. De entrar em pânico. De não compreender.
Que faz, extraordinário Diário, mover estas pessoas que matam, que ferem, que provocam medo. Um medo imenso.
O mundo não anda bem, estimado diário. Até amanhã. Adoro-te Diário.
Ainda respiro e tu também.
Sejam felizes Amigos, está bem?
António Pena Gi

Thursday, April 20, 2017

Amável e Precioso Diário:
Não! Não vou falar do Senhor Gonçalves. Sossega.
Vou-te falar sobre a data festiva que vivemos: A Páscoa!
Sim! A menina dos adoçantes não tem nada a ver com o que fazemos na Páscoa em família.
Ficamos todos muito juntos, unidos pelo espírito e Alma, na mesa da nossa sala de jantar.
Não estávamos todos. “Isto” fez-me ficar triste, sabes?
Sabes, estes Eventos Familiares já não me dizem nada. Nada, mesmo.
Pensei e vi como era fenomenal e admirável o nosso Presidente da República. “Fugiu” à segurança e foi comer com os Sem-Abrigo.
Foi um gesto lindo dele. Observei-o muito bem e vi que dava abracinhos a todos eles que sorriam com delícia e encanto pela ternura e carinho que faz o que ele é.
E, é, imenso. Tem o coração no lugar próprio. Exclusivo dele.
Confesso que me maravilhou. Fascinou e enterneceu.
Sabes, lindo Diário, nunca vi tal em nenhum político, acredita? Estamos bem entregues a ele.
É justo. É carinhoso. É enternecedor. Vale a pena apostar nele e no seu deslumbre anjelical de Ser Humano de excelência que é.
Notável Diário, que fará mover este “Homem” de bem em volta do complexo e triste “Mundo Existencial” dos mais necessitados ou “expulsos” da vida normal? Que se considera normal?
Este Senhor é sublime no seu maravilhopso humanismo e solidariedade. Gostei muito.
Diário, por hoje chega.
As pessoas estão cansadas, sabes? Até amanhã. Que tudo corra como hoje. Também tivemos a nossa Comemoração da Páscoa.
Correu tudo tão bem, não achas?
Boa Noite, precioso Diário.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil