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Campanha do Agasalho 2009

Friday, October 20, 2017


Os Sofredores Do Existir!



Hoje, todo o meu carinho e ternura vão para todos os que sofrem. De alguma coisa a que Deus assiste e intervém sempre. Sim! Tentando melhorar e apaziguar as vossas dores e sofrimentos.

Falo das crianças nos hospitais. Dos sem-abrigo entregues à vida sem una palavra de afeto ou compreensão.

Dos feridos de guerras sem “flores” e que não deviam acontecerem ou manifestarem-se.

Dos refugiados em busca da felicidade e alegria noutras paragens que lhes dêem um melhor ser e sentir.

Os que já “partiram” em consequência dos ataques terroristas radicais e que Deus afagou e tratou as suas mágoas e um fim de vida cobarde e animalesco. Sem nexo.

De todos. Sim! Num mundo inóspito e violento que não devia ter lugar no imenso desencanto e feridas por sarar. Porque vivem numa dor profunda. Sem retorno possível e desejado.

Dos idosos metidos pelas famílias em locais desprezíveis e nada adequados ao que existiram e, que deram tudo deles, imbuídos de encanto e de excelência que o não mereciam.

Para Pais e Mães que se viram “despidos” dos seus filhos para lugares obscuros e inóspitos, sem saber o paradeiro deles e delas.

Vejo o Universo pessoal destes desencantados da vida com revolta e indignação. São de uma revolta real grandiosa e gigantesca.

Não passo sem sentir, como ser humano de bem, admitir ou constatar tanta podridão humana que se não compadece com tanta desgraça e infortúnio.

Porquê?

Porque razão temos de pactuar com a vileza ou crueldade de gentes más e iníquas em tudo o que encetam ou fazem é escondem-se num sentir com uma máscara de maldade. Sim! Escondida e sem escrúpulos ou felicidade, impossíveis de aceitar, pois, são caráteres cobardes e insociais que são e, se descobrem e sancionam, por serem selváticas e animalescas.

Porquê?

Não sei, mas a minha atitude será sempre de fascínio, beleza e pureza destas pessoas porque existem adversos do meio das intenções vis, cruéis e más e que lutam pelo fim delas.  Célere e de forma rápida. Urgentes. Feitas por medidas e pessoas valiosas e plenas de excelência perlas existências sérias e sensatas.

Sim! Numa “luta” desigual que comove e sensibiliza. Que um dia poderão “abraçar” a pureza de viver. Acredito, vivamente, que o conseguirão.

No Planeta. No meu Mundo. “Visto-me” de carinho e compaixão pelo estar e sentir destas gentes humildes, mas briosas e resplandecentes de maravilhar que tudo merecem e, tudo merecem viver como seres humanos, com civismo, cidadania e respeito. São pessoas. São gente.

Termino, com todo o meu caráter que lhes é direcionado. Estou certo, que conduzirão ao bem-estar. Tranquilidade. E, sossego existenciais que apenas desejam.

Sim! Para si. Para a sua deslumbrante família. Para os outros.

Desejo-vos sucesso por inteiro. Felicidade manifesta e sincera. A pureza e notável sucesso de profunda satisfação existencial para vós.

Sóis grandiosos. “Lutadores” sem parar. Seres Humanos de fascínio.

Até sempre.



Um dia, estou certo que “abrirão” um sorriso notável, grandioso e sublime pelo vosso encanto que tudo deseja e merece.

Sim! Estou convosco. Sempre.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Wednesday, October 18, 2017


Os Incêndios Andam A Matar Pessoas E Os “Pulmões” Do Nosso Majestoso E Lindo Portugal!



Estou triste. Estou desolado e desesperado pelo que está a acontecer em Portugal.

Relembro a minha infância. Fazíamos tudo para usufruir e “vestir” as atividades florestais de então. Com vivacidade. Alegria. Felicidade.

Era raro haver incêndios. A preocupação e o cuidado em fazer fogo eram existentes. Necessárias. Nunca pensávamos em ultrapassar os limites da nossa +presença no mato puro e limpo que nos deixava fascinados e deliciados. “Adornavam” de encanto e notabilidade tudo ao nosso alcance. Era lindo. Terno. Perfeito.

As pessoas agiam com cuidado e seriedade de excelência e de maravilhar.



Como eram lindos “Os Pulmões” do meu país de fascínio e encanto.

As pessoas, merecem e têm desejo e necessidade em “abraçar” a segurança e o bem-estar em todo o mundo. Nos “Pulmões” de Portugal.

Porque fazem “isto”?. É de uma vileza e maldade imensas.

O coração e a Alma deixaram-nos lá. Podem ter a certeza absoluta.

Muitas pessoas adoram as suas casas, os seus afazeres campestres, as suas colheitas e as suas  atividades rurais. Não têm que defenderem as suas casas. Não têm a insegurança de serem como sempre o fizeram de maravilhar e enternecer. Que os “apaixonava” fazer .“Aquilo” era o seu existir. O seu viver. A sua razão de serem.

O seu “Firmamento” maravilhoso que apreciam e vivem a vida toda.

Por vezes, ardem com tudo o que possuem. Por que lutarem. Porque exigem respeito e salvaguarda deles.

Não entendo como pode acontecer “isto”?

São vidas. São Seres Humanos. São cidadãos de pureza e magistrais em que tudo fazem. Fazem-no com delícia como lhes ensinaram fazer. Gerações seguidas de gerações consecutivas e imemoriais.

Como “isto” é possível?

Deus lá no Alto encolhe-se de ternura e carinho sem puder fazer nada.

Como seria admirável e fantástico deixarem nos viver com o que gostam e de lhes proporcionarem momentos de alegria e felicidade.

Não entendo. Nem nunca entenderei, meu Deus.

Uma palavra de apreço a todos os que, corajosos e “lutadores”, tudo o que fizeram para alegrar o sentir e sossego perante tanta tragédia e calamidade pública.

Haverá alguém no deslumbre para com estes seres humanos, que existem neste sofrimento de gente que é gente?

Apenas lanço um alerta. Todos eles merecem. Todos eles choram. Todos eles estão descrentes e nada tranquilos com estes acontecimentos e momentos de insegurança em todo o nosso lindo Portugal.

Está bem. Falta auxilio. Falta ajuda. Falta braços amigos e magistrais que tudo “curam”.

É apenas um apontamento de vida e de vidas sofridas e feridas no seu ser e estar.

Força., amigos extraordinários.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Tuesday, October 17, 2017


Quando O Meu Pai “Partiu” Deixou-nos Emersos Numa Profunda Dor!



Ainda hoje, parece que foi ontem. Sentimos uma lembrança íntegra e encantadora do que o meu pai fez.

Do que fez pelas pessoas e por nós. Era um avô, Pai e marido exemplares e digno de registo.

Um Ser Humano bom, de fascínio e pureza bela e extraordinária.

Quando pensamos nele, surge-nos, em todos nós, uma saudade que o perpassar dos anos não deixa de omiti-lo ou esquecê-lo. Era uma “chama” viva do seu sentir de notabilidade e deslumbre gigantescos e grandiosos.



A minha terna família regista-o sempre na sua forma de “adornar” e, “embelezar” as nossas “moradas,” existenciais e de apreço e ternura carinhosas para com ele.

Ele, apenas, agia com majestade e perfeição.

Como estamos combalidos. Como estamos sem rumo certo.

Choramos. Choro e Choro pelo sublime sentimento que nutrias por nós. Que nutrias por  todos.

Como gostaríamos que estivesses cá?

Nunca o vi sem ser a sorrir. Nunca o vi irritado. Nunca o vi desgostoso. Tinha sempre um gesto ou uma palavra doce e maravilhosa do seu ser. Vivia ávido de existir. Entrincheirado na tua magia de existir que era a tua.  “Vestia-se” de afetos e fazia o bem a todas as pessoas.

Nunca desvendou ou impôs a sua ternura. Vivia com ela. De forma constante e sempre. E, surgia sorridente nas suas condutas de sonho e deslumbre imensos.

Oh, Pai…

Como o teu coração era bonito e agradável?

Sempre que te relembro paira no Firmamento o teu encanto e o teu discernimento fantásticos e fabulosos.

Oh, Pai…

Possuo uma “gota” nos olhos. Em, breve estarão “encharcados”. Sei que sorris ao meu choro. Nunca! Mas, nunca devia fazê-lo, na tua imensa ternura e compreensão do que faço.

Se pelo menos tu nos falasses? Sim! Com a tua magia deliciada e perfeita?



Já rezei. Já te fui ver na tua “última morada” com todas as pessoas que gostam de ti. Já interpelei Deus sob tua proteção e afago, sabes?  Deus gosta de ti. Muito.

Descansa adorável Pai. Pensarei sempre em ti e na tua pureza de fascínio e ternura de excelência.

Mereces, por completo. Ninguém te esquecerá, podes ter a certeza absoluta.



Oh, Pai…que saudades.

Sempre a admirar-te.

Com consideração e coração depositado no teu ser Divinal.

És sublime. Um beijo, carregado de beleza e pasmo delicioso. Significativo nos nossos corações em ti.



Sempre a adorar-te.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Monday, October 16, 2017


O Meu Querido. Lindo. Meigo Hospital de Vila Real. Renasci!



Cheguei cedo ao Hospital acompanhado pela minha doce e terna cara-metade.

Através do ascensor chegamos ao sétimo piso da Pneumologia. Esperamos cinco minutos quando surgiu aos nossos olhos o médico que me iria tratar com a magia e encanto como fazia milagres nos seus doentes neste âmbito e neste domínio da sua especialidade.

Deu-me uma requisição para efetuar um RX aos pulmões e depois dirigir-me ao atendimento de Broncomiologia e esperasse que alguém me atendesse.



Esperamos um instante e a médica veio ter connosco e mandou-me entrar, num gesto maravilhoso e de fascínio da sua simpatia e amabilidade.

Possuía uma bata azul que parecia “abraçar-me”. Dar-me a sua imensa ternura e carinho, como fazia com todos os doentes.

Explicou-me que iria fazer-me uma Biópsia e retirar todo o liquido do meu pulmão doente. Fê-lo conversando comigo sobre os meus “achaques” corporais. Anormais. Distúrbios. Que devia tratar.

As Bata dos inúmeros médicos naquela sala onde fariam a “intervenção” necessária e urgente “albergava”, pelo menos oito médicos e médicas de sonho e delícia no trato e na consideração como se me dirigiam. Senti proteção. Senti -me sublime de importância.

Para eles e para elas todos os doentes eram de excelência e mágica importância.



Eram a sua “vida”. Eram pertinentes na sua existência. Eram o seu “mister” delicioso e puro. Porque sempre lutaram.

Aquelas batas agora encantavam e fascinavam. Salvavam vidas. Salvavam seres humanos. Salvavam o Mundo. O Planeta.

Sim! Em todo o lado, onde estivessem.

Pareciam comunicar sobre a sobrevivência existencial das pessoas. Dos seus doentes em que se entregavam total e com deslumbre e respeito por eles. Ímpar nas suas condutas e quereres.

Desejei que tudo corresse bem.

Ir-me-ia ajudar. Iria “auxiliá-los” a eles no que iriam executar para o meu bem e o meu restabelecimento completo e absoluto.

Tudo correu na perfeição. Fiquei maravilhado e agradecido àqueles adoráveis e ternos seres divinais. Àqueles geniais seres de fascínio. Que preenchem com as suas batas um sonho de deslumbre e fabuloso encanto e de notabilidade exemplares e íntegros. Que possuem um profissionalismo de sonhar.

Pareci renascer. Agora, tudo fazia sentido na minha vida. Senti-me de forma fantástica.

Sempre com amabilidade e ternura “deram uma compostura ao meu pulmão doente” com fascínio e beleza.

Jamais os esquecerei. Prometo.

Saí renascido. Feliz. Deslumbrado.

Parabéns, fabuloso “Hospital de Vila Real”.

Adoro-vos.

Tens uma dinâmica “milagrosa” com que todos podemos contar.

E, isso, não se passa em todo o lado, sabes?

Passasse aqui.

Com pasmo e delícia.

Muito Obrigado sincero. Fiquei sem palavras perante tanto encanto e ternura vossa.

Bem-Haja. Parabéns.

Fico-vos eternamente agradecido.

António Pena Gil

Sunday, October 15, 2017

My photo
Portugal
Vivo constantemente inquieto. Por vezes desinquieto-me, porque amo também, ou faço por viver uma existência sóbria de desinquietação. Amo as pessoas e as coisas quando me amam também e me dão algum crédito. Adoro o silêncio dos momentos em que penso ou faço por pensar. Sou real. Essa realidade é um sonho constante de emoções. Quero que acreditem nos meus sonhos e sentimentos porque nutro por eles imenso respeito e conforto, mesmo interiores que eles sejam. Sem eles não seria nada! Enfim! Eu sou! Os Meus Livros preferidos são: 1. "O Código D´Vinci" - Dan Brown 2. "A Fórmula de Deus" - José Rodrigues Dos Santos 3. "Codex 632" - José Rodrigues Dos Santos 4. "Eldest" - Cristopher Paolini 5. "A morte desceu à praia" - José Lopes Alves.

Sou eletrizado pelos mistérios da Terra e do Cosmos. Salto. Pulo de emoções e pensamentos de os ver e desvendar.
Choro muito. Imenso!
Estou cá.
E, isso supera a responsabilidade e os pensamentos que são meus. Muito meus.

António Pena Gil 

Sejam felizes, sim, amigos de uma vida?
MUITO OBRIGADO sincero.

Friday, October 13, 2017


Sim! Hoje, vou-vos falar da Minha Existência!



A vida deu-me tudo. Tristezas. Alegrias. Felicidade e infelicidade.

Quando toco o tempo que não para, sinto-me como fosse um “intruso” da minha própria existência. É minha, sabem?

Albergo em mim o vosso fascínio. Ternura. Carinho. Meiguice inabalável que Jamais vos omitirei ou esquecerei de mim. São seres Humanos de fascínio e encanto.

Estou doente. Espero que as “chapas” cheguem de emergência. Estou e vivo uma ansiedade com frieza e amor. Chega a espera ao desespero.

Estou preparado para viver e “partir”. Se há sonhos que não realizei, isso faz parte do deslumbrante e terno escasso tempo.

Gosto de ver as pessoas e o seu Universo pessoal sorrindo satisfeitos em existirem.

Não! Não posso ficar indiferente ou adverso a este estar que dando- me tanto de expressivo e terno.de si e do que são. São de uma pureza bela e de deslumbre. Sei que estão comigo. 

Com afirmação que, sempre, admitirei com efusão sublime. Uma efusão maravilhosa e doce que vós todos sóis.  

De um carinho sublime e imenso. Atento a tudo e a todos na vossa admirável e majestosa presença aqui.

Apesar, de possuir uma “chama” linda e pura pelo que vós sóis. 


 No Universo que faz de mim  vosso cúmplice em tudo o que fazeis adoravelmente. 

Faz-me sentir “acordar: Com um “eu” respeitador e de consideração plenas e intensas. De admiração perante vós. Acompanhado ou por acompanhar.  

Perante o sentir a existência e senti-la demorada ou repleta de demoras.

Ela, a vontade do viver, “fugiu-me”. Seria falta de educação e falta de fascínio ou ética verdadeira e séria se não vos contasse.

Mas, é um facto. Sim! Algo claudiquei em mim. Algo senti nesta despedida de encanto e pureza de vós.

A tristeza é inevitável. É forçosa. É imponente de afectos solidários que já desapareceu do que sou e me encontro há muito..

Vós sóis majestosos. Lindos (as). Perfeitos (as). Não! Nunca vos esquecerei.

Lá no Alto rezarei convosco com alegria e bem-estar.

Estou preparado.

Gostava de executar gigantescos “trechos” fabulosos. De uma transcendência ímpar e fantástica. Que não fiz.

Que não revelei. Que nunca ficarei responsável.
Só me resta pedir-vos desculpa, fabulosos amigos.

A minha dor é total e permanente.

Só posso esperar continuadamente. Presente em tudo que fiz. Tenho sonhos totais e deliciosos que já não dão para fazer, acreditem, notáveis e agradáveis, amigos de sempre?

Estou muito cansado. Exausto.

Esta mensagem é dedicada. É para vós. Para o vosso interior de grandiosidade.  Sem dar contas a ninguém.

Nunca vos esquecerei. Sim! Prometo vivamente.

Com amizade sincera e humilde..

Aguardo, intrometido num eu desfeito e gasto.

Obrigado reconhecido.

Sem mais.

Acredito num viver a vida, na plenitude e na intencionalidade de mim.

Já apaguei os sonhos que eram meus e gostava que existissem no meu coração.



Sim! É tudo.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?




Sunday, October 08, 2017


Sou Um “Guardião” dos Meus Sonhos!



Hoje, levantei-me cedo. O relógio da vida, sem ponteiros, levantou-me. Considero-me um “Guardião” constante dos meus sonhos. Sou intemporal. Sou sem horas marcadas. Gosto de existir num compromisso afável do meu viver.

Sei que tenho um tempo interminável de “apostar” nos meus sonhos de pureza e magia. Uma pureza que arrebata e delícia. Uma magia compreensiva e precisa.

Sou um ser sentimental. Entrincheiro-me no meu ser como desejo e admito.

Escrevo sempre na primeira pessoa do singular. Sim! Para revelar o encanto do mundo que possuo em mim.

Admito-me como um “Guardião” de tudo o que me percorro e sinto com verdade e civismo. Um respeito e Cidadania preciosos que merecem guardar e entender.

Sei que não sou perfeito. Os meus sonhos são-no. Há muito que os guardo de encontro ao meu peito. Com garra. Com poder. Com pertinácia assumida direccionada para o Planeta inteiro.

Considero-me um Ser Humano apreensivo comigo. Com os outros também.

Se guardo alguém precioso no meu coração eles e elas sabem-no. “Vestem-se “disso”. Vão à luta. Com fervor e autenticidade.

Ah, se eu pudesse desfrutar na vida com eles presentes e “entalados” no meu querer. No meu sentir. Seria feliz. Seria isento de atitudes vis e más.

Estou bem acordado.

E, sinto-me. E, penso-me. E, estou bem imbuído de franqueza.

Sabem, não pactuo com a tristeza. Não pactuo com a malvadez. Não pactuo com o desencanto do estar.

O vosso mundo deu-me “recados” de existir de bem com o existir. De bem com a ternura do sentir. De bem com instantes preciosos. Com tudo que me sensibiliza e comove.

Às vezes, choro imenso. Choro todo o dia.

A vida não vivida assenta-me como uma “luva” do pensamento que se ajusta na perfeição e magia que vou “construindo, aos poucos. Hei-de chegar ao término da minha “construção” do amor por todos vós.

Enfim, existo ainda.

Oxalá, gostem. É a pensar em vós que escrevo.

Alguns gostam. Outros abominam.

Acredito. Que num dia muito próximo poderei “partir”.

Agora, não fazia jeito nenhum. Há tanto a fazer. Tanto a concretizar. Tanto a viver.

Sim! Tenho tempo. Eu sei.

Quando terminar tudo de que fui “construtor” poderei não existir, poderei não estar perto de vós, mas só depois “disso”.

Imbuído de pacatez. Tranquilidade. Sossego! Bem-estar. Paz.  Estarei pronto. À mercê de Deus.

Estarei pronto de não viver mais.

Com saudades e deslumbre.

Até sempre.

Estarei sempre atento.

É tudo.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Olho o Céu. Lá no Alto vejo um enorme pássaro cinzento feito de nuvens cinzentas.

São 20 horas. Divago sobre tudo o que a minha mente comporta. Perpassam por mim ilusões que a vida erradicou.

Eram sonhos que ainda recordo de uma paixão e encanto gigantescos. Sinto que o meu cérebro é sustentado por alavancas que comunicam entre si levantando e baixando ao ritmo da vida.

Só sei que falo e escuto com atenção aos pormenores que comunicam sofregamente.

António Pena Gil